Redes Sociais: usar ou não usar? Eis a questão.

12 de fevereiro de 2010 às 00:10

 

Por Fábio Bandeira de Mello – www.administradores.com.br 

O uso das redes sociais no ambiente profissional ainda divide opiniões. Alguns alegam que a utilização dessas ferramentas provoca perda na produtividade do profissional. Já outros enxergam nas redes de relacionamento uma forma de ampliar setores da empresa, turbinar a inteligência organizacio

nal e utilizá-las como eficiente instrumento de trabalho. Uma recente pesquisa divulgada pela Manpower, multinacional especializada em recursos humanos, revelou que as empresas brasileiras são as que mais exercem controle sobre o uso de mídias sociais no trabalho pelo mundo.

De acordo com o estudo, 55% das companhias do Brasil têm alguma política nesse sentido, contra apenas 20% da média global. Outro dado revelado na pesquisa apontou o setor de finanças como à área que mais controla os empregados (81%), seguido de transportes (65%) e administração pública e educação (58%). Entre os fatores mais apontados pelos recrutadores entrevistados na pesquisa que se posicionaram contra o uso dessas ferramentas no ambiente profissional, estão: resguardar a reputação da empresa, proteção das informações confidenciais das companhias e, escolhido como a principal razão, a perda de produtividade entre os funcionários. Redes complicadas Há casos extremos que esse problema com o uso de redes sociais no trabalho pode levar até à demissão do funcionário. Uma dessas situações aconteceu na empresa de Antônio Carroça, gerente de uma consultoria especializada em informática. Ele não viu outra alternativa ao constatar o prejuízo na realização das tarefas. “Tive que bloquear nas máquinas da minha recepcionista e secretária o uso das redes sociais, devido à utilização de Orkut, MSN e Youtube por muito tempo durante o dia. A consequência é que, toda vez que pedia algo, demoravam uma semana para fazer. Mesmo depois de bloqueadas as máquinas, uma delas foi lá e removeu a trava. Demiti na mesma hora”, diz o gerente. Liberar o uso das redes sociais com responsabilidade foi até uma das tentativas na empresa de tecnologia de informação dirigida pelo empresário Robert Roman. Porém, em pouco tempo, a tentativa do uso consciente das redes de relacionamento não obteve o sucesso esperado. “Algumas pessoas da nossa equipe de conteúdo dos portais deixam de atualizá-lo, ou o atualizam de qualquer forma, com erros crassos de português, ou mesmo frases que não fazem nenhum sentido, para que sobre mais tempo para conversar com amigos no MSN, acompanhar o twitter de uma celebridade, ou ver o que mudou em seu facebok, ou Orkut”, relata Roman. “Hoje em dia, apenas a área de vendas tem acesso ao msn e algumas pessoas das outras áreas têm acesso vigiado às redes sociais”, comenta o empresário. Fonte de renda e até de motivação Por outro lado, a utilização da rede social no trabalho, em muitas organizações, abre um leque de oportunidades comerciais para a empresa e pode, de quebra, servir como forma de motivar os funcionários. Pedro Guimarães, diretor comercial da Manpower no Brasil, afirma que, em boa parte das empresas, as políticas para mídias sociais ainda estão focadas no gerenciamento de riscos, e não na maneira como as organizações podem aproveitar essas ferramentas em benefício dos empregados e do negócio. O publicitário Edson Gatto, por exemplo, só tem a comemorar: “100% dos contratos fechados são graças ao uso e presença de orkut, blog, twitter e e-mail na empresa. Por exemplo, fechei um contrato com o SENAC para todo o ano de 2010 devido ao disparo de um e-mail que fiz através do orkut no final do ano passado”, comenta Edson. Já o consultor Lourival Karsten relata ter trabalhado tanto para empresas onde as redes sociais são totalmente liberadas e também em empresas em que existem inúmeras restrições. “O que pude observar é que nas empresas em que as redes sociais estão liberadas, o pessoal é bem mais antenado e as discussões – muitas vezes entre colegas da mesma sala, mas através dos computadores – são bem mais animadas. Quanto à produtividade, não consegui vinculá-la a uma ou outra forma de acesso à informação, pois normalmente está associada a muitos outros fatores”, informa o consultor. Para Leandro Vieira, editor do Portal Administradores.com.br, a utilização consciente das redes de relacionamento no ambiente de trabalho não deve passar apenas pela responsabilidade do profissional, mas, principalmente, pela forma como a empresa transmite sua visão e princípios corporativos. “Se existir uma noção compartilhada de que todos estão no mesmo barco e compartilham objetivos comuns, o uso das redes sociais e de ferramentas digitais como o MSN pode impulsionar a organização a um patamar superior”, comenta Vieira. “Em nossa empresa, muitas ideias nasceram a partir da interação em diversas comunidades virtuais, algumas das quais sem nada a ver com o nosso negócio”, revela. “Além disso, não podemos esquecer do fator relacionamento. Temos construído relações riquíssimas através do uso de mensageiros instantâneos e da participação em redes como Orkut e Twitter”, finaliza Leandro. E você? O que acha sobre o uso das redes sociais no ambiente profissional? Deixe seu comentário. Confira também em breve a segunda matéria especial da reportagem sobre utilização das redes sócias no trabalho

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Bill Gates estreia perfil no Twitter e blog pessoal

O ex-executivo da Microsoft, Bill Gates, voltou a dar as caras pela web. No ano passado, Gates havia se desligado do Facebook e tentou se manter afastado da exposição internet. Mas a discrição durou pouco tempo, nesta quinta-feira, 21/01, o fundador da Microsoft deu início a sua conta no Twitter.

Depois de apenas 15 horas o perfil no microblog já havia alcançado a marca de 160 mil seguidores. Pouco mais de um dia depois de sua estréia, Gates possui mais de 300 mil internautas acompanhando as mensagens, incluindo celebridades de renome na rede social, como Ashton Kutcher (@aplusk), que deu boas vindas e ainda ajudou a divulgar o microblog do executivo.

O retorno chamou atenção e fez com que surgissem questionamentos sobre as intenções do empresário. Ao que tudo indica, Bill Gates está procurando formas de divulgação de seu trabalho “pós-Microsoft”. Na noite desta quinta-feira, o executivo anunciou em seu microblog o lançamento de seu site pessoal, o The Gates Notes.

O site abre com uma mensagem assinada por Gates que informa suas motivações para o blog e ainda confirma a curiosidade popular acerca de suas atividades fora da empresa.

“Desde que deixei a Microsoft para me dedicar à minha fundação, as pessoas tem me perguntado no que ando trabalhando. (…) Tomo nota de muitas coisas e compartilho com outros por e-mail, para que eu possa aprender com eles e expandir a conversa. Achei que seria interessante abrir essa conversa em um website.”, conta o executivo em seu comunicado.

Provavelmente os interessados em reclamar sobre Internet Explorer 6 ou atualizações do Windows precisarão procurar outra ferramenta para contato com a Microsoft. Assim como seu Twitter, o site é focado em ações sociais e divulgação das atividades da Bill & Melinda Foundation.

By: Olhar Digital

Não houve falhas no orkut, diz Google

Não houve falhas no orkut, diz Google

Juju Panicat estampa a capa da Playboy de janeiro

Juju Panicat estampa a capa da Playboy de janeiro

Mais uma musa do Pânico na TV, da RedeTV!, estampa a capa da Playboy. A edição de janeiro da revista traz Juliana Salimeni, a Juju Panicat, uma das beldades do momento mais pedidas pelos leitores.

A loira arrasou nas fotos sensuais e disse não ter sentido vergonha de tirar a roupa para a publicação.

“Já gravei matéria numa praia de nudismo e sou tranquila em relação à nudez. Não tenho vergonha de ninguém”.

O ensaio na Playboy foi uma realização para Juju, que sempre quis ser capa da revista.

“Já recebi outros convites para posar nua. Recusei, porque meu desejo era posar para a Playboy, que é a mais conceituada de todas”, explicou a Panicat.

Brasil é o 2º maior no Twitter


O Brasil possui o segundo maior grupo de usuários de Twitter e só fica atrás dos Estados Unidos. A informação é de uma pesquisa do Instituto Sysomos, especializado em análises de redes sociais.

De acordo com o Terra Tecnologia, os EUA possuem cerca de 50% do total de membros da rede de microblog e o Brasil ficou com 8%. A Grã-Bretanha ficou com 7,2%, o Canadá com 4,3% e a Alemanha com 2,49%.

Quando considerado o número total de tweets, os brasileiros ficaram na terceira posição com 6,7%. Os Estados Unidos chegaram aos 56% e a Grã-Bretanha 8%.

A pesquisa também mostrou que os usuários mais ativos estão nas cidades de Londres, Los Angeles e Nova York. São Francisco, lugar onde o site começou, tem os 10 usuários mais ativos.

Para o site de notícia Read Write Web, o estudo mostra o crescimento do serviço fora dos Estados Unidos nos últimos seis meses. Em junho de 2009, os americanos representavam 62% dos usuários do Twitter e agora a porcentagem caiu para 50%. Alemanha, Brasil e Indonésia foram os países que mais registraram novos usuários durante o período da pesquisa.

O Instituto Sysomos realizou a pesquisa entre 16 de outubro e 16 de dezembro de 2009 através da análise de 13 milhões de usuários ativos do Twitter.

Redação Adnews

Novos roubos de senha se aproveitam do novo Orkut

Como sempre, nem bem algo novo sai na rede pra alguém já se aproveitar dos mais ingênuos/menos conhecidos dos assuntos.

A moda de roubo de senhas agora é com os convites do novo orkut. Já existem comunidades e páginas na rede prometendo convites mediante preenchimento de um formulário que solicita inclusive login e senha do orkut atual.

Se você já preencheu, mude sua senha AGORA. E por favor, pense muitas vezes antes de fazer isso de novo.

Fonte: Info